top of page

'Laço humano' no gramado do Congresso promove o Outubro Rosa

  • Foto do escritor: Ana Paula Figueiró
    Ana Paula Figueiró
  • 16 de jan. de 2018
  • 2 min de leitura

Atualizado: 3 de set. de 2019

Matéria desenvolvida durante o estágio na Agência Senado, sob a supervisão da jornalista Sheyla Assunção, para o portal Senado Noticias, assinada e revisada pela redação. Disponível AQUI.

TEXTO NA INTEGRA:


'Laço humano' no gramado do Congresso promove o Outubro Rosa

O gramado em frente ao Congresso Nacional foi tomado pela cor rosa, em um ato de conscientização na manhã desta quarta-feira (18). Representantes da ONG Recomeçar e da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), em parceria com a Frente Parlamentar de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer da Câmara dos Deputados e a Procuradoria Especial da Mulher no Senado, formaram um "laço humano" em celebração ao Outubro Rosa.


Os participantes também soltaram balões a gás hélio com o objetivo de chamar a atenção e mobilizar os parlamentares em relação à situação da atenção oncológica e da saúde das mulheres, que precisam de atendimento de qualidade na rede pública.


Para a presidente da ONG Recomeçar, Joana Jeker, a ação simboliza a mobilização popular a favor da prevenção e promoção da saúde da mulher, e é um alerta aos parlamentares sobre a importância de garantia do tratamento nos hospitais públicos.


— Há necessidade do atendimento multidisciplinar ao paciente oncológico. Psicólogos, nutricionistas, profissionais que ajudam a mulher a passar por esse tratamento e também a recomeçar, com fisioterapeutas. Então, a gente tem essa bandeira, para que haja um tratamento multidisciplinar voltado ao paciente oncológico no Sistema Único de Saúde — afirmou.


Projetos

Segundo Joana Jeker, há dois projetos de lei na Câmara que podem mudar o cenário do tratamento contra o câncer no país. O PL dos 30 dias (PL 3752/2012) que dispõe sobre a oferta pelo SUS do diagnóstico de neoplasia em até 30 dias após a suspeita, e o Registro Compulsório do Câncer (PL 8470/2017 e PL 8478/2017) que determina a adoção da notificação compulsória obrigatória para o câncer, e que, na opinião dela irá proporcionar dados fundamentais para a melhoria da gestão de recursos da saúde pública.


A coordenadora da Procuradoria Especial da Mulher do Senado, Rita Polli Rebelo, que representou a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) no evento, também defendeu a aprovação das propostas, que se tornarão instrumentos importantes para o movimento e as mulheres do país.


— E que o Poder Executivo também abrace essa causa, para que os hospitais tenham os seus instrumentos em condições de dar o tratamento para mulher, desde a prevenção, atenção terapêutica e a reabilitação — afirmou.

Comentários


© 2017 by Ana Paula Rodrigues Figueiró

bottom of page